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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Porto Seguro, 2nd time


Pouco antes do Natal conseguimos dar uma fugida bem rápida (4 dias e 3 noites) em Porto Seguro, no litoral sul baiano.

Seria a minha segunda vez na cidade do descobrimento do Brasil, mas desta vez em uma experiência diferente na hospedagem.

Nesta febre frenética de sites de compras coletivas, conseguimos os 4 dias e 3 noites no resort all incluse LA TORRE por metade do valor que ficaria em diárias normais do mesmo período.

A indicação veio do meu tio e sua família, que se hospedaram em julho e adoraram.

A experiência é realmente boa e válida, mas particularmente não é muito minha cara, tendo em vista que ficamos preso ao sistema all incluse, no qual você tem tudo em todos os períodos do dia e quer aproveitar o máximo e acaba ficando todo o tempo de hospedagem preso naquele complexo.

A Maria Clara sem dúvida adorou, nem precisou ir a praia desta vez, já que passava o dia na piscina, parando apenas para as refeições básicas, hidratação, necessidades fisiológicas, etc. è o paraíso das crianças, inclusive das maiores, já que tem monitores, brincadeiras e em alguns dias da semana atividades com arvorismo, escalada, etc.

O Rodrigo também aproveitou bastante, gostou do sistema, mas sendo sua primeira vez lá, prefere se hospedar em hotel comum na próxima oportunidade.

Como disse acima, no meu caso me senti um pouco presa. Como sou um ser que gosta de “bater perna” ainda mais estando fora de casa, só não me senti tanto assim porque já havia feito todos os passeios possíveis na viagem anterior, há 2 anos atrás.

O resort é muito bacana, na questão conforto dos quartos e apartamentos é nota 10, bem como no quesito limpeza.

Na questão da alimentação, tinha de tudo no café, almoço e jantar do restaurante com buffet, mas achei um pouco cozinha industrial e senti falta de coisas mais locais, especialmente no almoço e no jantar, como moquecas, camarões, etc.

Na parte dos lanches e grill, fiquei satisfeita, especialmente com os sanduíches, que aprecio muito, e com as pizzas, todas fresquinhas, massa gostosa, boas opções de sabores.

Na parte das bebidas, a cerveja decepcionou um pouco, já a cerveja oferecida era no modelo litrão e se não for bem gelada com certa antecedência, nem no frio fica boa. Cerveja quente foi frequente nos dias que nos hospedamos.

Destaco também a questão dos acessos, especialmente para quem vai de carro, como fui desta vez.

Quem sai de Belo Horizonte, tem 2 opções: pelo norte de Minas ou por Vitória/ES.

Eu fiz os 2 trechos nesta viagem, sendo que um sem a Cacaia e o outro com a Cacaia.

Esperei o Rodrigo vir e seguimos para Mucuri onde mora a Lídia, que iria conosco também.

Até a BR-101 são aproximadamente 700 km, saindo de BH, passando por João Monlevade, Ipatinga, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Nanuque. Além das curvas habituais de João Monlevade, registre-se que as chuvas estão deixando muitos estragos e buracos pelo caminho e a imprudência dos colegas motoristas tem sido a tônica. Acidentes nesse trecho vimos pelo menos 3, entre gente que perdeu o controle do carro com pista molhada em curva e bateu de frente com caminhão e colisões frontais numa reta bloqueando a pista nos dois sentidos.

No entroncamento com a BR-101 até Porto Seguro são aproximadamente 300 km de pista sinuosa, muitas curvas entre subidas e descidas. Achei bem perigosa e cansativa.

Para voltar, vieram comigo Cacaia e minha avó, já que o Rodrigo peregrinou de avião, já que o voo direto para BH não foi possível, devido a Confins ter fechado no dia.

Fizemos o percurso Porto-Seguro/Vitória em 8 horas, sendo que são quase 600 km, no maior trecho dentro da BR-101, que só melhora um pouco quando entra no Espírito Santo.

De Vitória a BH, via BR-262 que está muito esburacada devido as chuvas no trecho Manhuaçu/João Monlevade, e que deve ter piorado com a intensidade das últimas chuvas, gastamos mais 9 horas.

Achei extremamente cansativo, mas acredito que pelo curto período de hospedagem e proximidade com as festas de fim de ano (chegamos dia 22 a tarde em BH), mas o carro te dá mais liberdade se for passear como eu fiz da primeira vez. Agora, o carro ficou parado os 4 dias. rs

Assim, no resumão abaixo falarei dos passeios, mas refiro-me também ao período que fiquei há 2 anos atrás.

CIDADE: Porto Seguro/BA

HOSPEDAGEM: No sistema all incluse, se não tiver oferta, e você curtir muito, prepare seu bolso. Se for hotel normal, diária com café da manhã, para casal, você encontra por aproximadamente R$ 70,00, fora de temporada, de frente para o mar, com piscina e um café da manhã farto e delicioso (indico o hotel Garça Blanca). Porto Seguro é uma cidade que vive para o turismo e para onde se olha, há um hotel e um ônibus da CVC repleto de turistas, rs. Pesquise e escolha o seu.

ONDE COMER:  Não me lembro de nenhum restaurante específico que seja um destaque já que no Centro você tem ainda subway, mcdonald’s, etc. para quem não sai dessa vida de cidade grande by fast food. Como lá tudo é turismo, restaurante com um bom peixe, cerveja gelada, sol, mar, praia e areia você vai encontrar de todo tipo. Dê preferência aos menores, que têm os melhores preços.

PASSEIOS: Em Porto, variedade turística quanto aos passeios é o que há. Vá a Santa Cruz de Cabrália e faça o passeio de escuna, que dura praticamente todo o dia. Vá a Coroa Vermelha e tire fotos onde foi realizada a primeira missa do Brasil. Visite na região central a parte histórica de igrejas, monumentos do descobrimento, etc. Fique em dúvida em qual praia da extensa orla vai tormar sua cerveja, comer peixe e pegar aquele bronze. Entra na fila da balsa com seu carro e vá conhecer Arraial D’ajuda, muito charmosa, cheio de lojinhas e uma igreja que nos mostra um lindo cartão postal do mar. Ande mais um pouco e conheça Trancoso, seu quadrado e seus bares frescos (e caros, rs). Enfim, aproveite, pois se eu pudesse iria lá anualmente.

PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: Coroa Vermelha, centro de Porto e em algumas lojinhas de Arraial se encontra de tudo: chaveiros, peças indígenas, camisetas, etc..

DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 1.000 km.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Os pés na minha perereca e as minhas pizzas....

É, sem pudores mesmo.

Eu não tenho saco então digo que as vezes certas coisas soam como um pé na perereca mesmo.... incomodam demais!

Eu ainda não pude ir para a minha casap rimeiro porque preciso ir a Vitória fazer uma prova domingo, segundo que ao despachar a mudança não terminei as pendências e muitas dela são so meus pés na perereca porque diga-se de passagem advogar tem sido isso para mim: um pé na perereca! (Isso vai me custar 80 na sessao com o terapeuta amanhã).

Não sei se desiludi no ultimo escritório com as zilhares de expectativas e nenhuma realizada, não sei se foi o tanto de gente que pensa que sua hora não vale nada, não sei se é a morosidade judiciária incompatível com a minha agitação e hiperatividade. Talvez essa mudança me ajude a amenizar essa sensação horrível com algo que eu suei para conquistar.

Também estou louca para chegar na minha casa nova, mas confesso que também estou com medo. Essa mudança é um marco na minha vida de filha única criada com vó. Afinal, a presença (controle) familiar em minha vida é marcante. Por ter crescido no meio de tudo e de todos os seres familiares, acabam que todos se sentem no direito de opinar em minha vida, então esse rompimento, que será físico, será mesmo um tsnunami na minha ordem.

Mas bate um grande medo também essa mudança no sentido de estar finalmente assumindo minha vida a dois com a gestão atual. As vezes me pego pensando para quem será mais gostoso ou mais difícil, já que para ele são 10 anos de "trecho" sem mulher dando pitaco efetivo (assim, eu sou mala) na vida dele. 

Com a resolução das pendências da vida de advodiva eu procuro não me afundar nesses questionamentos, já que esse é um objetivo real para mim: não questionar coisas que não te dão respostas e não te levam a lugar nenhum.

Aí o que a gente faz para combater a sensação de vários pés na perereca? Investe num projeto novo.

Desde o rodízio da MC eu venho testando e projetando algo para fazer com as pizzas e comecei um piloto dentro da (oh!) família. Fiz na forma congelada e a casa da vó é central aí o povo vem aqui e pega. (e pendura e paga) A margem de lucro tem sido bacana, quero corrigir distorções e conseguir um filhodedeus que crie a minha logo, já que o nome da minha marca eu já tenho. 

E então que entre uma pizza e um processo, estou arrumando as últimas malas, consertando o pára-brisa do carro e dia 6 estamos lá em Paracatu, com cão, tartaruga e hamster, quem sabe produzinho muita pizza, neam?

Beijos e boa semana.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Mudanças...

... então, muitasss mudanças!!!!

Como eu disse anteriormente, nossa vida é uma caixinha de surpresas, que de um dia para o outro as novidades simplesmente acontecem... até mesmo no decorrer de 30 minutos.

Nesta vinda do Rodrigo este final de semana, com direito a churrasco, mudança e cálculo renal, definimos que nos mudaríamos para uma casa que ele havia olhado, de 4 quartos, escola do lado, quintal e etc e tal. O que estava pegando é que a entrada da casa era comum a duas kits que o proprietário havia construído sobre o primeiro pavimento (que seria o nosso), além de melhorias na área de serviço, coisas que o incomodaram bastante. 

Mesmo a contragosto médico e meu, o pretinho seguiu para Paracatu a noite e segunda cedo, 7 da matina, o telefone toca e ele me pergunta o que eu achava de uma casa de 3 quarto, independente e com pisicna? Oi? Fecha!Fechou e hoje ele já coloca um colchão lá até que a mudança chegue, com cama, geladeira e hamster. 

Pensei que não enviaria nada antes do dia 31, mas hoje recebi uma ligação da loja que nos vendeu móveis para nossa sala falando que haveira um atraso na entrega dos mesmo. Isso me chateou primeiro porque para despachar a mudança, só faltam tais móveis. Segundo que 1, 2, 3 dias dormindo num colchão numa casa vazia até que são suportáveis, mas é uma grande crueldade submeter o preto a mais que isso. Terceiro que eu já fechei onde a MC vai estudar e que ela iniciaria o ano letivo dia 06/04, já que terei que ir a Vitória dia 31 e retorno dia 05. Então, qualquer coisa que abale esse universo complicaria minha vida.

Comov ida com meu choro de consumidora sofrida, ela pediu para me retornar, pois iria ve ro que faria por mim. Promessa cumprida e sábado os benditos estarão aqui. Mais que depressa liguei para a empresa de mudanças e terça nossas coisas vão. Casa, comida, roupa lavada e plantas. Lindo né?

Agora é agilizar a vida para despachar tudo bonitinho e depois adiantar o meu serviço aqui, já que MC e eu só iremos mesmo para a casa nova (cidade, escola e tudo novo) dia 5.

Beijos e bom restinho de dia.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Over the rainbow...

Muito tempo (se é que eu me lembro) que não via um arco-íris completo.... e de tão completo, não consegui enquadrá-lo, inteiro, em foto única....






Uma pequena sensação de esperança ao pensar no que tem no final dele.... não, não é a espera de um pote de ouro, ok?
Boa quinta!

Ps. Imagem de Jacaraípe Beach/ES.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

RELEASE: ARACAJU

Passamos 3 dias na capital Sergipana para prestigiar o primeiro ano de Davi, filho de Manoela e Ronaldo, casal de amigos da gestão atual.

A cidade é bonita, bem cuidada de uma maneira geral e há muitas coisas interessantes a serem feitas para quem a procura como destino.

Ainda acho um pouco fora de mão, é difícil encontrar passagens aéreas a preços agradáveis, o que te obriga a planejar esse destino com a devida antecedência.

A curiosidade pessoal da viagem é o fato da gestão atual sera a cara-crachá do governador eleito, o tal de Marcelo Déda. Quando eu retornei e fui conferir no meu amigo google, eu fiquei bege. Olhem só:

                                                                  O ORGINAL
                                                                    A CÓPIA



São realmente parecidos e pensei até em motivar a gestão atual a pedir o reconhecimento da paternidade.... hahahahahahahahaha

Vamos então ao resumão.


CIDADE: Aracaju/SE

HOSPEDAGEM: Ainda vale a regra em olhar os banheiros, especialmente o chuveiro/ducha, e não se iludir com as fotos da internet que o hotel lhe coloca. Entretanto, é possível encontrar diárias com média a R$ 100,00/casal, de frente para o mar, com piscina e um bom café da manhã nordestino.

ONDE COMER:Pitu da Eliane tem pratos (especialmente moquecas) com pitu, um camarão bemmm acima d amédia em seu tamanho e de um sabor inigualável. A cidade tem um ponto turístico na orla de Atalaia conhecida como PASSARELA DO CARANGUEIJO, onde há uma infinidade de bares e restaurantes que oferecem carangueijos, frutos do mar, especialmente uma tal de lambreta, um tipo de ostra que nunca havia comido, além da carne de sol. Carangueijo eu comi onde pude e na forma que pude, além de provar a tal da lambreta, já que eu sou fã de ostra.

PASSEIOS: Com os compromissos sociais, ficamos mais no básico praia/comer/beber, entretanto, como a orla de Atalaia possui a característica de ser uma opção mais popular, fomos na indicação de pegar um táxi que nos levou no sentido sul da cidade, pelo litoral, e nos deixou numa praia exclusiva de um restaurante chamado PARATY, onde você fica de frente para o mar, com excelente estrutura, boa comida e cerveja gelada, além da opção de vários drinks incríveis. Esse lugar é ótimo para criança, pois as mesas ficam bem próximas da praia e eles ainda colocam uma sombrinha para protegê-las do sol, pois lá ele é castigante.

PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: achei os lugares que fui fraco neste item, mas acho que é porque eu não tive tempo de ir no MERCADO CENTRAL, que acredito me daria mais e mais opções. Entretanto, encontrei uma camisa para minhas queridas, onde nela foi serigrafado um trabalho a mão, contando a história do sertanjeo e culminando com a Festa de São João. Achei muito interessante.

DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 1.591 km.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Tiradentes

Release de Tiradentes

CIDADE: Tiradentes/MG

HOSPEDAGEM: A cidade tem mais de 150 pousadas a estilos e preços ariados, de acordo com o gosto do freguês. No centro, estilo hotel fazenda, etc e tal. O importante é onseguir indicação de terceiro e não crer muito em fotos de internet. A pousada que ficamos custou o preço de R$ 150,00 o casal.... super bem decorada, mas muito descuidada.... a psicina com água turva, propagandas enganosas no site.... é bom ter referências antes.

ONDE COMER: Tiradentes, peculiarmente, tem um circuito gastrônomico e um festival anual visando a comida. O tempo que ficamos e o público que tínhamos (childrens, muitas childrens) não nos permitiu conhecer lugares intimistas ou estilo bistrô e a cidade é convidativa para este fim. Fuja apenas dos lugares muitoooo variados, pq eles enganam, te induzem ao erro e não te tratam bem. Pedi um caldo verde em uma sexta a noite e pedi à garçonete prá não colocar a calabresa e compensar no bacon. O caldo chegou, sem bacon. Reclamei e ele voltou com 4 bacons tostados no microondas. Sem carinho algum. Foi na praça, nunca mais volto.

PASSEIOS: pela Matriz, de charrete, a pé, mas sempre de tênias e deixe seu carro longe daquelas pedras, a não ser que ele tenha tração. Tem passeios ecológicos nas montanhas ali perto.... mas eu não sou adepta e tenho child de 2 anos. A Maria Fumaça também merece seu prestígio. Se vc tiver com peoples que já foram, vão só de ida até São João Del Rey, senão, vai de ida e volta, lembrando que so funciona sábado, domingo e feriados (dúvida da sexta) e custa R$ 35,00 (inteira, ida e volta - tem regalias para melhor irdade, crianças e nativos).

CURIOSIDADE: Se v sair de BH e não passar por Barbacane, entra em Lagoa Dourada e leva um rocambole para casa,de preferência duas quadras da rodovia que corta a cidade, lá na Padaria do Jaci. Rocamboles mais baratos e do mesmo nível.

PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: namoradeiras, móveis rústicos e de demolição ao tradicional imã de geladeira, cmaisetas e santos. O negócio é andar porque tem loja de decoração com namoradeira de 100 reais e outras loinhas com namoradeiras de 35 reais, iguais, do mesmo tamanho e graciosas.

ONDE BEBER: qualquer lugar. Tem breja lixo a chopp Backer nativo aqui de BH city .

DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 190 km (sem passar por Barbacena), Rio de Janeiro 323 km.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

News...

A conexão 2g que tenho aqui é uma bosta, daí nem dá para fazer upload de foto...

Mas já adianto a cena: um show de música e dança da pequena em plena Nossa Senhora de Copacabana.... só faltou o pratinho de moedas porque não houve mortal que passasse para ver e curtir a cena.

Depois posto fotos e conto mais coisas, pois estamos no Rio de Janeiro.

Beijos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Quiz geográfico

Por sua própria história familiar, MC já é viajada por natureza. Ainda quero (claro, se a paciência me comandar) deixar aqui alguns registros em fotos e comentários acerca das impressões que tenho sobre os lugares que ela já passou, mas isso fica para outro momento.

Hoje, após mais um fds na casa de trabalho do paidrasto, ela me viu separando as malas para voltar de carro e me faz os seguintes questionamentos:

MC: Mamãe, vamos viajar de avião?
Eu: Não filha, vamos no carro do Rodrigo, vc e eu.
MC: Nós vamos viajar para onde?
Eu: Para Belo Horizonte filha, voltar para nossa casa.
Mc (choramingando): Eu não quero voltar pro Belorizonte [típica mineira], eu quero ficar no Rio de Janeiro!
Eu: Filha, vamos em "Belorizonte" pegar a vovó Elza (minha/nossa avó) e levá-la para a casa da vovó Mara.
MC: Eba! Nós vamos pra praia?
Eu: Sim, filha, quarta nós vamos prá praia.

Sei que a noção de tempo ainda não serve de nada para ela, mas a noção de espaço já represneta algo, e ahco um barato quando faço perguntas seguidas de onde as pessoas da vida dela moram:

Eu: Filha, onde a Mara (minha mãe) mora?
MC: Na praia!
Eu: Onde o Rodrigo mora?
MC: No Rio de Janeiro!
Eu: Onde o papai Alair mora?
MC: No São Paulo!
Eu: Onde a Lídia (minha enteada/irmã) mora:
MC: Na praia!
Eu: Onde o vovô Sérgio (meu pai) mora?
MC: Na roça!
Eu: E onde a Cacaia mora?
MC: No Belorizonte!

Então, o jeito é ir viajando né.... hohohoho...

Beijos e excelente semana a todos!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Fala sério...

Depois do carro, das promoções aéreas (as vezes sem promoção mesmo) e também do dissabor que tive em minha última viagem de bus com a minha filha, eu recordei o quanto ainda é desagradável viajar de bus, ainda mais no trecho Vix/BH.

Não dormi bulhufas, um frio do cão, curvas bastante generosas e juro que se eu não tivesse uma filha maravilinda, eu tava f*********....

De bus o ideal mesmo é comprar duas passagens (e não cair na besteira de adquirir uma e vir com a criança no colo) e ainda levar a cadeirinha do carro e acoplá-la na cadeira do bus. É o ideal, o mais confortável e o mais seguro.

E São Pedro foi malandro, só nos agraciou com um dia de sol. Ontem até fez a sacanagem de enviar um solzinho ridículo de fim de tarde, mas aí já estávamos no ap há séculos.

Excelente início de semana a todos (e que frioooo aqui em Bh!).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A sensação do vagão...

A viagem foi excelente. Longa, mas excelente.

Passeamos pelos vagões (ela ouvindo o barulho do trem sob os trilhos e falando que eram trovôes), fizemos cera no vagão restaurante (cera obrigatória, porque o serviço era lento e ruim) e conhecemos gente.

No nosso vagão, ela foi a sensação.

Encantou a garota do lado e sua família inteira. Uma outra garota pediu que eu a deixasse ir brincar com ela e as primas.

E como falaaaaaa.... falou feito pobre na chuva, para todo mundo ouvir.

Quando desceu na estação de destino, se encantou com o brilho que o pó de minério faz no chão, sob uma lua cheia linda.

e, por fim, minha mãe temerosa de eu estar dormindo ou não ter sacado que aquela era minha estação, já após ter descido há seculos e percorrido uns 5 vagões, pede para me anunciar no trem ("atenção flávia cândida, é para descer nessa estação!")... ouvi de fora e avisei que já havia descido.

E agora estamos aqui, com muito frio e chuva.... hihihihihi

Espero que São Pedro colabore.

Beijos em todos.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Uma novidade...

Amanhã faremos uma viagem diferente: viagem de trem na Estrada de Ferro Vitória-Minas.

Apesar do tempo de percurso, espero que a MC goste, pois acho bastante interessante apresentar coisas novas a ela, quando existem tais oportunidades.

Então, piuí, aqui vamos nós!

Excelente feriado a todos!

INFO desta aventura no link http://www.vale.com/vale/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=63

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Estradas: quando o valor do pedágio vale cada quilômetro rodado.

Nessas andanças por aí, posso dizer com alguma autoridade quando o valor do pedágio é diretamente proprocional à qualidade da estrada.

Por exemplo, se você viaja pelas rodovias pedagiadas no Estado de Sâo Paulo irá perceber que o valor pago vale a pena, cada centavo. Nessas horas, você esquece que paga IPVA, que existem rodovias capengas e que no fim das contas, você está pagando um "bis in idem" ali, mas você não pensa, porque o asfalto só falta refletir a sua imagem de tão liso, brilhoso, reto.

O mesmo eu não posso dizer da PPP da MG-050 aqui em Minas. Além de me lembrar que eu pago o IPVA, que está ocorrendo um "bis in idem" e que antes essa capenguice de graça, dá vontade de dizer aos caixas dos postos de pedágio que no fundo eles deveriam me reembolsar em 3,50 os aproximados 80 km rodados. Gente, como pode ser cobrado o pedágio de uma rodovia não duplicada, asfalto ruim e em constantes retenções por obra tapa buracos?

Semana passada, em visita ao meu pai, eu rodei a MG-050 e me senti ainda mais reovltada quando verifiquei, em uma ida rápida a Franca, que a qualidade do asfalto pago pelo Estado de São Paulo na rodovia que nem é privatizada é infinitamente superior à qualidade do asfalto daquele lixão. Revolta.

Tudo bem que não é a pior do mundo (a pior do mundo tem nome s sobrenome e também fica aqui em Minas, mas porque eu ainda tenho que pagar IPVA e pedágio para rodar em uma rodovia ruim?

A BR-040 no trecho Juix de Fora-Rio também não foge ao meu tiroteio revoltoso. É ridícula a qualidade do asfalto em muitos trechos e a subida da Serra de Petrópolis é medonha. E o km rodado é caro: R$ 7,50 cada 50 km rodados.

A BR-101 no sentido Rio/divisa com ES também é pedagiada. E é ruim, no esquema MG-050, fora o grau de periculosidade com o volume de caminhoneiros que estão ultrasuicidas nos últimos tempos.

Vou me recusar a falar da Br-262/381 no trecho Bh-Monlevade, porque aquilo lá já virou caso de polícia. Não é pedagiada, mas com certeza é um atentado à engenharia. Faço curvas ali pensando que as vezes estou dando a volta sobre mim mesma.

É fato que o componente humano ainda é a causa da maioria dos acidentes, entrentato, rododiva boa ajuda, tranquiliza, torna a sua vida menos tensa ao dirigir, ainda mais para quem detesta estrada (não é meu caso).

Então, o jeito é ser prudente, cauteloso, manter a manutenção do carro em dia e contar com a ajuda divida, já que com as rodovias e o bom senso alehio, está difícil. e, finalmente, tentar se consolar quando o pedágio vale a pena. Tentar, porque afinal, já pagamos tributos suficientes para que tudo seja perfeito. Mas não é.

Boa sexta.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

RELEASE LITORAL SUL BAIANO...

Mais um guiazinho sob meu olhar para vocês, ok?

CIDADE: Mucuri-Nova Viçosa/BA

HOSPEDAGEM: Variada, ficamos a uma por R$ 100,00 (por casal, baixa temporada, mais nossas filhas) quarto com cama, toalhas limpas, chuveiro maomenos, ar condicionado e ventilador, TV básica (como faz falta um DISCOVERY KIDS), piscina e café da manhã.

ONDE COMER: Moqueca do DOISDOIS, em Nova Viçosa. Uma das melhores moquecas que já comi e o lugar é pequeno, charmoso e muito aconchegante. Também se encontra boa pizzaria (PER TUTTI).

PASSEIOS: Praia em Nova Viçosa. Dependendo da época do ano, é questão de sobrevivência levar seu repelente powdersupermegablaster espanta pernilongos, muriçocas, etc e tal. Em Nova viçosa, por exemplo, só tem o repelente local a base de citronela. Nada de REPELEX, OFF, etc e tal.

CURIOSIDADE: Mucuri não tem orla e o mar está comendo a cidade. Muito feio. Pronto, falei.

PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: Os que toda praia normal tem: cmaisetas da cidade, cangas, artesanatos locais com o nome da cidade. Mas se você for no tal de CALÇADÃO DE MUCURI (que não fica na orla e não tem vista pro mar), você pode se deparar com a NINA que faz um artesanato, te fura um olho, faz você tirar uma foto dela, prometer que vai revelar e voltar pra entregar, e, finalmente, não deixa, jamais, que você esqueça o nome dela.

ONDE BEBER: Bar do Edson. Breja gelada aocmpanhado de torresmo pheeno de primeira. E lá é tudo blue and white, em homenagem ao Cruzeiro, claro.

DISTÂNCIAS: Estou com preguiça de te contar, portanto, olha no Google ou simplesment eliga teu GPS e descobre. Do Rio dá uns 900 km e de Belo Horizonte dá uns 700 km.

terça-feira, 27 de abril de 2010

A FELICIDADE TEM UMA IRMÃ GÊMEA

... e quando eu imaginei que com uma filha só toda a felicidade seria plena e completa, descubro que a minha tem uma irmã gêmea, se chama Lídia e mora lá na Bahia, a terra da alegria.



Nesta última semana passamos o feriado prolongado do Rio de Janeiro (lá é feriado dia 23 de abril) no Sul da Bahia, para rever a Lídia, filha do Rodrigo, e apresentá-la a minha felicidade ambulante, risonha e teimosa.

Estava muito ansiosa por este encontro, já que ambas só tem experiências de filhas únicas e para nossa alegria, nenhum tapinha sequer. Ambas, especialmente Maria Clara, foram capazes de compartilhar brinquedos, brincadeiras, nos compartilhar (afinal nos dedicávamos a apenas uma e ali eram duas), mas, principalmente, compartilhar a felicidade.



Cada dia que buscamos Lídia ela fugia por detrás da casa sorrateiramente para poder curtir a "irmã", o papai e a mim. E, assim como Maria Clara é esperta, inteligente e tem um destreza em degustar um caranguejo que só vendo.... me deixou no chinelo!

Estamos ansiosos agora para que julho chegue, quando ela irá ficar em BH e Rio conosco, para comemorar em família seu terceiro ano e passar uma temporada mais longa e presente, dentro de nossa rotina e nosso estilo de vida e, quem sabe um dia, sonhando mais remotamente, tê-la conosco, em nosso convívio diário e no dia a dia sermos frequentemente perguntados, como fomos por duas vezes, se as duas eram irmãs gêmeas.



E não é mesmo que a felicidade tem uma irmã gêmea?



Uma excelente continuidade de semana a todos.

segunda-feira, 9 de março de 2009

A TRUTA E O TRUTO...

Estou fazendo um novo blog para eu falar sobre o que eu quiser, como eu quiser e a hora que eu quiser (bem petulante mesmo). Falarei de passado, presente e futuro.

Então deixa eu contar proceis...

É mundialmente conhecida a minha fama de pessoa viajadeira. Sim, eu adoro viajar, mas no esquema custo baixo com os melhores benefícios possíveis. Mantenho-me informada sobre promoções aéreas, sobre lugares legais que desejo conhecer e sobre qualquer coisas que envolva viagem. Só não viajo em objetos que flutuam sobre a água. Portanto, se me convidarem para algum Cruzeiro, que seja para algum jogo do glorioso.

A última custo baixo e boa relação custo benefício foi o pequeno vilarejo de Monte Verde, pertencente ao Município de Camanducaia, na divisa de Minas Gerais com o Estado de São Paulo. É uma equivalente a Campos do Jordão aqui em Minas.

O acesso se dá pela Rod. Fernão Dias (BR 381), entrando em Camanducaia e seguindo 30 km de uma estradinha precária.

A cidade é aconchegante, convidativa e cheia de passeios radicais e observem o seguinte detalhe: criança lá só com mammas and the pappas montado na grana.

Na atual conjuntura mundial da crise financeira onde até os afortunados estão economizando, nós só fomos para lá porque a Maria Bonita está com as vovós na praia. Além de ser um momento só nosso após...(perdi as contas!) ela não estava lá para não poder desfrutar do que a cidade oferece.

Não teríamos condição de ficar em um hotel que oferece estrutura para crianças, e hotel desse tipo lá é artigo de lushoooo. Assim, vai o primeiro item da relação custo/benefício BBB (Boa, bonita, barata).

Sabedores de que poderíamos hospedar modestamente ante nossas parcas economias, escolhemos uma pousada onde o acesso a área central da vila é excelente e que nos oferecia uma cama para dormir e um chuveiro (esse não tão decente).

Sem a filhuska, podemos desfrutar de muita bebedeira (de Erdinger a Patricia e taças de vinho), passeio radical de quadriciculo e, principalmente, que é o que queríamos lá, namorar e descansar sem ficarmos ligados nos cuidados com uma criança. E não é querer se livrar, é simplesmente ter um tempo para nós mesmos, o que com filho, na idade de 1 a 2 anos, fica bastante complicado.

E mesmo sem ela estar lá, presente esteve em boa parte de nossos pensamentos e recordações sobre as coisas que a cada dia ela descobre.

E voltando à viagem... o custo dos serviços lá é bastante caro... portanto, vale verificar restaurantes onde os pratos não são servidos individualmente, pois no nosso caso, isso não é vantajoso, porque eu não como muito (coisa de pessoa estomacalmente reduzida) e nem o Alair, que também não come com exagero, mas sim o suficiente para se saciar e sentir prazer. Tanto que entramos em um restaurante português e ficamos só na entrada: uma travessa enorme de camarões tamanho GGGG.

Entretanto, o carro chefe do lugar são as TRUTAS! Lá tem um tal de Paulo das Trutas que tem 3 restaurantes, dois no centro e um mais afastado. O afastado que é bacana. Ele tem uma criação das trutinhas, onde vc compra razão e alimenta as esganadas. Elas se matam para comer e você sai toda molhadinha (ui) de lá. E eu que não sou besta e amo cozinha trouxe as benditas para estrearem nas panelas lá de casa. E lá nesse restaurante, um prato alimenta dois com fartura!!!!

E seguindo a viagem, se você é como eu e gosta de comprar badulaques e presentinhos, em Monte Verde vc pode optar por comprar uma trufinha para cada parente (R$ 5,00 a 8,00 o quilo) ou simplesmente encher suas um milhão de tias de sabonetes cheirando a fruta (nós quase comemos o sabor melancia), que sai a aproximadamente R$ 2,50.

Eu amoo viajar porque gosto de conhecer lugares, pessoas e costumes diferentes e tirar desses lugares o melhor. Tanto que quando viajo procuro experimentar a culinária regional e essa é uma dica que vc Tb deve seguir, observando, óbvio, o seu gosto pessoal.

Por isso que em Monte Verde eu não dei atenção ao tropeirão de cada dia, mas sim às trutas, a maior delícia regional!!!

E adentrando no quesito DEGUSTAÇÃO DE CERVEJAS (que vai merecer posts apartados), a Erdinger lá convida a tomar meio litro atrás de meio litro sem parar da mais deliciosa e gelada cerveja de trigo alemã a um custo salgado, mas sofrivelemente acessível.

CIDADE: Monte Verde/MG

HOSPEDAGEM: Variada, ficamos a uma R$ 140,00 (por casal, baixa temporada) quarto com cama, toalhas limpas, chuveiro maomenos, lareira, TV básica, piscina gelada e café da manhã.

ONDE COMER: Paulo das Trutas, sacou, mano? Média de R$ 28,00, truta de aproximadamente 250 a 300 gr., com algum molho ou combinação de ingredientes (comemos com cogumelos, azeitona, pimentão, cebola e amêndoas num dia e cebola, pimentões e bacon no outro) acompanha arroz e batata assada (para os fresco sorte). Você compra trutas congeladas a R$ 20,00/KG. Lá também é bom de fondues e tem os pratos em que todo lugar desse país tem.

PASSEIOS: quadriciculo (seu Truto aprende a dirigir aquilo em dois minutos e sai com sua Truta na garupa a R$ 50,00 o casal. Tem também passeio de jipe, cavalos, arvorismo e tirolesa e de graça, free, custo zero, mas demandando disposição (nós estávamos com preguiça e só tínhamos dois dias) trekking para chegar ao mirante, picos, etc e tal daquele alto lá.

CURIOSIDADE: O aeroporto mais alto do Brasil fica em Monte Verde.

PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: de chocolates a sabonetinhos, passando por itens de decorações, malhas, moletons, etc. aí vai depender do que vc quer pagar e quem vc quer presentear.

ONDE BEBER: qualquer lugar. Praticamente todos os lugares tem uma máquina de café expresso (item essencial no padrão RAMOS de sobrevivência fora de casa) e Erdinger clara. A Erdinger varia de R$ 14,00 a 17,00.

DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 480 km, São Paulo 170 km.


Então é isso...

Beijos!