quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Porto Seguro, 2nd time
segunda-feira, 28 de março de 2011
Os pés na minha perereca e as minhas pizzas....
quinta-feira, 17 de março de 2011
Mudanças...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Over the rainbow...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
RELEASE: ARACAJU
A cidade é bonita, bem cuidada de uma maneira geral e há muitas coisas interessantes a serem feitas para quem a procura como destino.
Ainda acho um pouco fora de mão, é difícil encontrar passagens aéreas a preços agradáveis, o que te obriga a planejar esse destino com a devida antecedência.
A curiosidade pessoal da viagem é o fato da gestão atual sera a cara-crachá do governador eleito, o tal de Marcelo Déda. Quando eu retornei e fui conferir no meu amigo google, eu fiquei bege. Olhem só:
O ORGINAL
A CÓPIA
São realmente parecidos e pensei até em motivar a gestão atual a pedir o reconhecimento da paternidade.... hahahahahahahahaha
Vamos então ao resumão.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Tiradentes
CIDADE: Tiradentes/MG
HOSPEDAGEM: A cidade tem mais de 150 pousadas a estilos e preços ariados, de acordo com o gosto do freguês. No centro, estilo hotel fazenda, etc e tal. O importante é onseguir indicação de terceiro e não crer muito em fotos de internet. A pousada que ficamos custou o preço de R$ 150,00 o casal.... super bem decorada, mas muito descuidada.... a psicina com água turva, propagandas enganosas no site.... é bom ter referências antes.
ONDE COMER: Tiradentes, peculiarmente, tem um circuito gastrônomico e um festival anual visando a comida. O tempo que ficamos e o público que tínhamos (childrens, muitas childrens) não nos permitiu conhecer lugares intimistas ou estilo bistrô e a cidade é convidativa para este fim. Fuja apenas dos lugares muitoooo variados, pq eles enganam, te induzem ao erro e não te tratam bem. Pedi um caldo verde em uma sexta a noite e pedi à garçonete prá não colocar a calabresa e compensar no bacon. O caldo chegou, sem bacon. Reclamei e ele voltou com 4 bacons tostados no microondas. Sem carinho algum. Foi na praça, nunca mais volto.
PASSEIOS: pela Matriz, de charrete, a pé, mas sempre de tênias e deixe seu carro longe daquelas pedras, a não ser que ele tenha tração. Tem passeios ecológicos nas montanhas ali perto.... mas eu não sou adepta e tenho child de 2 anos. A Maria Fumaça também merece seu prestígio. Se vc tiver com peoples que já foram, vão só de ida até São João Del Rey, senão, vai de ida e volta, lembrando que so funciona sábado, domingo e feriados (dúvida da sexta) e custa R$ 35,00 (inteira, ida e volta - tem regalias para melhor irdade, crianças e nativos).
CURIOSIDADE: Se v sair de BH e não passar por Barbacane, entra em Lagoa Dourada e leva um rocambole para casa,de preferência duas quadras da rodovia que corta a cidade, lá na Padaria do Jaci. Rocamboles mais baratos e do mesmo nível.
PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: namoradeiras, móveis rústicos e de demolição ao tradicional imã de geladeira, cmaisetas e santos. O negócio é andar porque tem loja de decoração com namoradeira de 100 reais e outras loinhas com namoradeiras de 35 reais, iguais, do mesmo tamanho e graciosas.
ONDE BEBER: qualquer lugar. Tem breja lixo a chopp Backer nativo aqui de BH city .
DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 190 km (sem passar por Barbacena), Rio de Janeiro 323 km.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
News...
Mas já adianto a cena: um show de música e dança da pequena em plena Nossa Senhora de Copacabana.... só faltou o pratinho de moedas porque não houve mortal que passasse para ver e curtir a cena.
Depois posto fotos e conto mais coisas, pois estamos no Rio de Janeiro.
Beijos.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Quiz geográfico
Hoje, após mais um fds na casa de trabalho do paidrasto, ela me viu separando as malas para voltar de carro e me faz os seguintes questionamentos:
MC: Mamãe, vamos viajar de avião?
Eu: Não filha, vamos no carro do Rodrigo, vc e eu.
MC: Nós vamos viajar para onde?
Eu: Para Belo Horizonte filha, voltar para nossa casa.
Mc (choramingando): Eu não quero voltar pro Belorizonte [típica mineira], eu quero ficar no Rio de Janeiro!
Eu: Filha, vamos em "Belorizonte" pegar a vovó Elza (minha/nossa avó) e levá-la para a casa da vovó Mara.
MC: Eba! Nós vamos pra praia?
Eu: Sim, filha, quarta nós vamos prá praia.
Sei que a noção de tempo ainda não serve de nada para ela, mas a noção de espaço já represneta algo, e ahco um barato quando faço perguntas seguidas de onde as pessoas da vida dela moram:
Eu: Filha, onde a Mara (minha mãe) mora?
MC: Na praia!
Eu: Onde o Rodrigo mora?
MC: No Rio de Janeiro!
Eu: Onde o papai Alair mora?
MC: No São Paulo!
Eu: Onde a Lídia (minha enteada/irmã) mora:
MC: Na praia!
Eu: Onde o vovô Sérgio (meu pai) mora?
MC: Na roça!
Eu: E onde a Cacaia mora?
MC: No Belorizonte!
Então, o jeito é ir viajando né.... hohohoho...
Beijos e excelente semana a todos!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Fala sério...
Não dormi bulhufas, um frio do cão, curvas bastante generosas e juro que se eu não tivesse uma filha maravilinda, eu tava f*********....
De bus o ideal mesmo é comprar duas passagens (e não cair na besteira de adquirir uma e vir com a criança no colo) e ainda levar a cadeirinha do carro e acoplá-la na cadeira do bus. É o ideal, o mais confortável e o mais seguro.
E São Pedro foi malandro, só nos agraciou com um dia de sol. Ontem até fez a sacanagem de enviar um solzinho ridículo de fim de tarde, mas aí já estávamos no ap há séculos.
Excelente início de semana a todos (e que frioooo aqui em Bh!).
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A sensação do vagão...
Passeamos pelos vagões (ela ouvindo o barulho do trem sob os trilhos e falando que eram trovôes), fizemos cera no vagão restaurante (cera obrigatória, porque o serviço era lento e ruim) e conhecemos gente.
No nosso vagão, ela foi a sensação.
Encantou a garota do lado e sua família inteira. Uma outra garota pediu que eu a deixasse ir brincar com ela e as primas.
E como falaaaaaa.... falou feito pobre na chuva, para todo mundo ouvir.
Quando desceu na estação de destino, se encantou com o brilho que o pó de minério faz no chão, sob uma lua cheia linda.
e, por fim, minha mãe temerosa de eu estar dormindo ou não ter sacado que aquela era minha estação, já após ter descido há seculos e percorrido uns 5 vagões, pede para me anunciar no trem ("atenção flávia cândida, é para descer nessa estação!")... ouvi de fora e avisei que já havia descido.
E agora estamos aqui, com muito frio e chuva.... hihihihihi
Espero que São Pedro colabore.
Beijos em todos.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Uma novidade...
Apesar do tempo de percurso, espero que a MC goste, pois acho bastante interessante apresentar coisas novas a ela, quando existem tais oportunidades.
Então, piuí, aqui vamos nós!
Excelente feriado a todos!
INFO desta aventura no link http://www.vale.com/vale/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=63
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Estradas: quando o valor do pedágio vale cada quilômetro rodado.
Por exemplo, se você viaja pelas rodovias pedagiadas no Estado de Sâo Paulo irá perceber que o valor pago vale a pena, cada centavo. Nessas horas, você esquece que paga IPVA, que existem rodovias capengas e que no fim das contas, você está pagando um "bis in idem" ali, mas você não pensa, porque o asfalto só falta refletir a sua imagem de tão liso, brilhoso, reto.
O mesmo eu não posso dizer da PPP da MG-050 aqui em Minas. Além de me lembrar que eu pago o IPVA, que está ocorrendo um "bis in idem" e que antes essa capenguice de graça, dá vontade de dizer aos caixas dos postos de pedágio que no fundo eles deveriam me reembolsar em 3,50 os aproximados 80 km rodados. Gente, como pode ser cobrado o pedágio de uma rodovia não duplicada, asfalto ruim e em constantes retenções por obra tapa buracos?
Semana passada, em visita ao meu pai, eu rodei a MG-050 e me senti ainda mais reovltada quando verifiquei, em uma ida rápida a Franca, que a qualidade do asfalto pago pelo Estado de São Paulo na rodovia que nem é privatizada é infinitamente superior à qualidade do asfalto daquele lixão. Revolta.
Tudo bem que não é a pior do mundo (a pior do mundo tem nome s sobrenome e também fica aqui em Minas, mas porque eu ainda tenho que pagar IPVA e pedágio para rodar em uma rodovia ruim?
A BR-040 no trecho Juix de Fora-Rio também não foge ao meu tiroteio revoltoso. É ridícula a qualidade do asfalto em muitos trechos e a subida da Serra de Petrópolis é medonha. E o km rodado é caro: R$ 7,50 cada 50 km rodados.
A BR-101 no sentido Rio/divisa com ES também é pedagiada. E é ruim, no esquema MG-050, fora o grau de periculosidade com o volume de caminhoneiros que estão ultrasuicidas nos últimos tempos.
Vou me recusar a falar da Br-262/381 no trecho Bh-Monlevade, porque aquilo lá já virou caso de polícia. Não é pedagiada, mas com certeza é um atentado à engenharia. Faço curvas ali pensando que as vezes estou dando a volta sobre mim mesma.
É fato que o componente humano ainda é a causa da maioria dos acidentes, entrentato, rododiva boa ajuda, tranquiliza, torna a sua vida menos tensa ao dirigir, ainda mais para quem detesta estrada (não é meu caso).
Então, o jeito é ser prudente, cauteloso, manter a manutenção do carro em dia e contar com a ajuda divida, já que com as rodovias e o bom senso alehio, está difícil. e, finalmente, tentar se consolar quando o pedágio vale a pena. Tentar, porque afinal, já pagamos tributos suficientes para que tudo seja perfeito. Mas não é.
Boa sexta.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
RELEASE LITORAL SUL BAIANO...
CIDADE: Mucuri-Nova Viçosa/BA
HOSPEDAGEM: Variada, ficamos a uma por R$ 100,00 (por casal, baixa temporada, mais nossas filhas) quarto com cama, toalhas limpas, chuveiro maomenos, ar condicionado e ventilador, TV básica (como faz falta um DISCOVERY KIDS), piscina e café da manhã.
ONDE COMER: Moqueca do DOISDOIS, em Nova Viçosa. Uma das melhores moquecas que já comi e o lugar é pequeno, charmoso e muito aconchegante. Também se encontra boa pizzaria (PER TUTTI).
PASSEIOS: Praia em Nova Viçosa. Dependendo da época do ano, é questão de sobrevivência levar seu repelente powdersupermegablaster espanta pernilongos, muriçocas, etc e tal. Em Nova viçosa, por exemplo, só tem o repelente local a base de citronela. Nada de REPELEX, OFF, etc e tal.
CURIOSIDADE: Mucuri não tem orla e o mar está comendo a cidade. Muito feio. Pronto, falei.
PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: Os que toda praia normal tem: cmaisetas da cidade, cangas, artesanatos locais com o nome da cidade. Mas se você for no tal de CALÇADÃO DE MUCURI (que não fica na orla e não tem vista pro mar), você pode se deparar com a NINA que faz um artesanato, te fura um olho, faz você tirar uma foto dela, prometer que vai revelar e voltar pra entregar, e, finalmente, não deixa, jamais, que você esqueça o nome dela.
ONDE BEBER: Bar do Edson. Breja gelada aocmpanhado de torresmo pheeno de primeira. E lá é tudo blue and white, em homenagem ao Cruzeiro, claro.
DISTÂNCIAS: Estou com preguiça de te contar, portanto, olha no Google ou simplesment eliga teu GPS e descobre. Do Rio dá uns 900 km e de Belo Horizonte dá uns 700 km.
terça-feira, 27 de abril de 2010
A FELICIDADE TEM UMA IRMÃ GÊMEA

Nesta última semana passamos o feriado prolongado do Rio de Janeiro (lá é feriado dia 23 de abril) no Sul da Bahia, para rever a Lídia, filha do Rodrigo, e apresentá-la a minha felicidade ambulante, risonha e teimosa.
Estava muito ansiosa por este encontro, já que ambas só tem experiências de filhas únicas e para nossa alegria, nenhum tapinha sequer. Ambas, especialmente Maria Clara, foram capazes de compartilhar brinquedos, brincadeiras, nos compartilhar (afinal nos dedicávamos a apenas uma e ali eram duas), mas, principalmente, compartilhar a felicidade.

Cada dia que buscamos Lídia ela fugia por detrás da casa sorrateiramente para poder curtir a "irmã", o papai e a mim. E, assim como Maria Clara é esperta, inteligente e tem um destreza em degustar um caranguejo que só vendo.... me deixou no chinelo!
Estamos ansiosos agora para que julho chegue, quando ela irá ficar em BH e Rio conosco, para comemorar em família seu terceiro ano e passar uma temporada mais longa e presente, dentro de nossa rotina e nosso estilo de vida e, quem sabe um dia, sonhando mais remotamente, tê-la conosco, em nosso convívio diário e no dia a dia sermos frequentemente perguntados, como fomos por duas vezes, se as duas eram irmãs gêmeas.

E não é mesmo que a felicidade tem uma irmã gêmea?
Uma excelente continuidade de semana a todos.
segunda-feira, 9 de março de 2009
A TRUTA E O TRUTO...
Estou fazendo um novo blog para eu falar sobre o que eu quiser, como eu quiser e a hora que eu quiser (bem petulante mesmo). Falarei de passado, presente e futuro.
Então deixa eu contar proceis...
É mundialmente conhecida a minha fama de pessoa viajadeira. Sim, eu adoro viajar, mas no esquema custo baixo com os melhores benefícios possíveis. Mantenho-me informada sobre promoções aéreas, sobre lugares legais que desejo conhecer e sobre qualquer coisas que envolva viagem. Só não viajo em objetos que flutuam sobre a água. Portanto, se me convidarem para algum Cruzeiro, que seja para algum jogo do glorioso.
A última custo baixo e boa relação custo benefício foi o pequeno vilarejo de Monte Verde, pertencente ao Município de Camanducaia, na divisa de Minas Gerais com o Estado de São Paulo. É uma equivalente a Campos do Jordão aqui em Minas.
O acesso se dá pela Rod. Fernão Dias (BR 381), entrando em Camanducaia e seguindo 30 km de uma estradinha precária.
A cidade é aconchegante, convidativa e cheia de passeios radicais e observem o seguinte detalhe: criança lá só com mammas and the pappas montado na grana.
Na atual conjuntura mundial da crise financeira onde até os afortunados estão economizando, nós só fomos para lá porque a Maria Bonita está com as vovós na praia. Além de ser um momento só nosso após...(perdi as contas!) ela não estava lá para não poder desfrutar do que a cidade oferece.
Não teríamos condição de ficar em um hotel que oferece estrutura para crianças, e hotel desse tipo lá é artigo de lushoooo. Assim, vai o primeiro item da relação custo/benefício BBB (Boa, bonita, barata).
Sabedores de que poderíamos hospedar modestamente ante nossas parcas economias, escolhemos uma pousada onde o acesso a área central da vila é excelente e que nos oferecia uma cama para dormir e um chuveiro (esse não tão decente).
Sem a filhuska, podemos desfrutar de muita bebedeira (de Erdinger a Patricia e taças de vinho), passeio radical de quadriciculo e, principalmente, que é o que queríamos lá, namorar e descansar sem ficarmos ligados nos cuidados com uma criança. E não é querer se livrar, é simplesmente ter um tempo para nós mesmos, o que com filho, na idade de 1 a 2 anos, fica bastante complicado.
E mesmo sem ela estar lá, presente esteve em boa parte de nossos pensamentos e recordações sobre as coisas que a cada dia ela descobre.
E voltando à viagem... o custo dos serviços lá é bastante caro... portanto, vale verificar restaurantes onde os pratos não são servidos individualmente, pois no nosso caso, isso não é vantajoso, porque eu não como muito (coisa de pessoa estomacalmente reduzida) e nem o Alair, que também não come com exagero, mas sim o suficiente para se saciar e sentir prazer. Tanto que entramos em um restaurante português e ficamos só na entrada: uma travessa enorme de camarões tamanho GGGG.
Entretanto, o carro chefe do lugar são as TRUTAS! Lá tem um tal de Paulo das Trutas que tem 3 restaurantes, dois no centro e um mais afastado. O afastado que é bacana. Ele tem uma criação das trutinhas, onde vc compra razão e alimenta as esganadas. Elas se matam para comer e você sai toda molhadinha (ui) de lá. E eu que não sou besta e amo cozinha trouxe as benditas para estrearem nas panelas lá de casa. E lá nesse restaurante, um prato alimenta dois com fartura!!!!
E seguindo a viagem, se você é como eu e gosta de comprar badulaques e presentinhos, em Monte Verde vc pode optar por comprar uma trufinha para cada parente (R$ 5,00 a 8,00 o quilo) ou simplesmente encher suas um milhão de tias de sabonetes cheirando a fruta (nós quase comemos o sabor melancia), que sai a aproximadamente R$ 2,50.
Eu amoo viajar porque gosto de conhecer lugares, pessoas e costumes diferentes e tirar desses lugares o melhor. Tanto que quando viajo procuro experimentar a culinária regional e essa é uma dica que vc Tb deve seguir, observando, óbvio, o seu gosto pessoal.
Por isso que em Monte Verde eu não dei atenção ao tropeirão de cada dia, mas sim às trutas, a maior delícia regional!!!
E adentrando no quesito DEGUSTAÇÃO DE CERVEJAS (que vai merecer posts apartados), a Erdinger lá convida a tomar meio litro atrás de meio litro sem parar da mais deliciosa e gelada cerveja de trigo alemã a um custo salgado, mas sofrivelemente acessível.
CIDADE: Monte Verde/MG
HOSPEDAGEM: Variada, ficamos a uma R$ 140,00 (por casal, baixa temporada) quarto com cama, toalhas limpas, chuveiro maomenos, lareira, TV básica, piscina gelada e café da manhã.
ONDE COMER: Paulo das Trutas, sacou, mano? Média de R$ 28,00, truta de aproximadamente 250 a 300 gr., com algum molho ou combinação de ingredientes (comemos com cogumelos, azeitona, pimentão, cebola e amêndoas num dia e cebola, pimentões e bacon no outro) acompanha arroz e batata assada (para os fresco sorte). Você compra trutas congeladas a R$ 20,00/KG. Lá também é bom de fondues e tem os pratos em que todo lugar desse país tem.
PASSEIOS: quadriciculo (seu Truto aprende a dirigir aquilo em dois minutos e sai com sua Truta na garupa a R$ 50,00 o casal. Tem também passeio de jipe, cavalos, arvorismo e tirolesa e de graça, free, custo zero, mas demandando disposição (nós estávamos com preguiça e só tínhamos dois dias) trekking para chegar ao mirante, picos, etc e tal daquele alto lá.
CURIOSIDADE: O aeroporto mais alto do Brasil fica em Monte Verde.
PRESENTES, BADULAQUES E ARTESANATO: de chocolates a sabonetinhos, passando por itens de decorações, malhas, moletons, etc. aí vai depender do que vc quer pagar e quem vc quer presentear.
ONDE BEBER: qualquer lugar. Praticamente todos os lugares tem uma máquina de café expresso (item essencial no padrão RAMOS de sobrevivência fora de casa) e Erdinger clara. A Erdinger varia de R$ 14,00 a 17,00.
DISTÂNCIAS: Belo Horizonte 480 km, São Paulo 170 km.
Então é isso...
Beijos!



